Segundo Fabrizio, o projeto gerou grande polêmica devido ao seu potencial de elevar os gastos públicos de maneira desnecessária, enquanto questões essenciais, como o reajuste salarial dos servidores municipais – que se encontra defasado há bastante tempo – e investimentos nas áreas de saúde e educação, seguiam sem a devida atenção. A proposta foi vista por muitos como um desperdício de recursos públicos, sem benefícios claros para a população.
“Esta não foi apenas uma rejeição de um projeto mal intencionado da atual gestão, mas um ato de resistência contra os desmandos de quem tenta ludibriar a população”, afirmou Ferraz.
Entre os parlamentares que votaram contra o projeto, destacam-se André Ferraz, Chichico Ferraz, Kiel do Pipa, Lenilda Belo, Peu Vilarim, Túlio Laranjeira e Victor Laert. Além da atuação decisiva dos vereadores, um grande número de cidadãos de Floresta esteve presente na Câmara para acompanhar a votação e expressar sua opinião, o que demonstrou a força da democracia local. “A participação ativa da população foi essencial para assegurar que a voz do povo fosse ouvida e respeitada”, concluiu o deputado.(Blogitamarfrança)